Mostrando postagens com marcador Eventos. Mostrar todas as postagens

VI Festival do Japão Brasília



Oi gente, nos dias 05, 06 e 07 de maio rolou o VI Festival do Japão aqui em Brasília no Pavilhão de Exposições do ExpoBrasília no Parque da Cidade, eu passei o dia lá no sábado (05) e gravei um pouquinho para mostrar para vocês.

Lançamento do livro De Volta aos Sonhos da Bruna Vieira


Nos dias 12 e 13 de setembro, foi realizado aqui em Brasília os eventos de lançamento do livro "De Volta aos Sonhos" da Bruna Vieira, dona do blog Depois dos Quinze. Eu não pude ir no dia 12 por ser na sexta feira e eu estar no trabalho, mas no sábado eu apareci bem cedinho lá na Livraria Leitura do Terraço Shopping para comprar o livro e pegar minha senha.

Minha Festa de Noivado


As delicias gastronômicas do PicNik

O PicNik do Calçadão da Asa Norte é um evento brasiliense que reúne música, arte, moda, gastronomia e muita alegria. Feito para dar uma animada com um clima bem legal em Brasilia, o evento já é um sucesso que ocorre (quase) todo mês, atraindo cada vez mais gente.
Apesar de tudo o que há de bom no PicNik, eu tirei o evento de ontem (16/08) apenas para admirar a parte gastronômica, onde os doces foram os que mais fizeram sucesso. Infelizmente não pude passar em todos os estandes de culinária, sem falar que alguns não ofereciam comida vegetariana, então a minha única certeza era de que os doces não poderiam ter carne (porém me provaram o contrário).
Portanto, separei alguns estandes de doces que eu passei para mostrar para vocês e exibir um pouquinho da delicia que ocorre nesse evento maravilhoso.

Doux Brigaderia


Meu Pedido de Casamento no Show do Tiago Iorc

Oi gente. É com muita alegria que venho contar que eu estou noiva. E, diga-se de passagem, foi um pedido muito emocionante. Nesse domingo, dia 25, ocorreu aqui em Brasília o show do Tiago Iorc pela turnê Voz+Violão. Como nós dois gostamos muito, o Daniel comprou os ingressos quase de última hora e "sem muito planejamento", pelo menos não da minha parte. O show aconteceu normalmente, eu não estava desconfiando de nada, até que, após a penúltima música (que foi My Girl, simplesmente amo) o Tiago pediu um minuto de atenção do público para algo importante. Em seguida, ele pediu pro Daniel subir ao palco, ele me puxou pelo braço e foi atravessando até lá. Nesse momento, meu coração já estava disparado, eu já tinha entendido o que estava acontecendo mas a emoção foi tanta que eu estava totalmente perdida, e de repente eu estava em pé no palco com o Tiago Iorc do meu lado e um público enorme na minha frente.  O Daniel foi até o microfone e começou a fazer uma linda declaração, falou da nossa trajetória até ali e do quanto o nosso amor é forte, fechando com um trecho da música Sorte do Tiago Iorc (Meu amor, você me dá sorte de cara. Meu amor, você me dá sorte na vida), outra das minhas favoritas. Cada frase que ele falava era seguida de um sonoro "awn" da galera que estava tão encantada quanto eu. Então ele se ajoelhou com a aliança na mão e me pediu em casamento. Todo mundo gritou, muitos se emocionaram na hora, principalmente eu que me debulhei em lágrimas. Eu aceitei e, com a benção de Tiago Iorc, saímos do palco noivos. Em seguida o Tiago ainda tocou a música Sorte, que virou "nossa música". Foi lindo ver a emoção do público, algumas pessoas choraram comigo e todos nos parabenizaram, foi uma grande surpresa. Em breve postarei um vídeo pois muita gente filmou, então vamos escolher um com a imagem e áudio melhores, mas já deixo vocês com algumas fotos desse nosso momento tão especial.

Foto: Breno Galtier

Foto: Breno Galtier

Foto: Breno Galtier

Foto: Breno Galtier

Foto: Breno Galtier

Foto: Breno Galtier

Foto: Breno Galtier

Show - Matchbox Twenty


Eu demorei um pouquinho pra postar sobre o assunto por dois motivos. Primeiro porque Setembro foi um mês cheio de eventos, eu já tinha postado alguns e não queria repetir o assunto. Segundo porque, toda vez que eu pensava em começar a contar como foi o show do Matchbox Twenty em São Paulo eu não sabia por onde começar, lembrava da emoção daquele dia e ficava meio confusa sobre como descrever aquele dia. Então não esperem disso uma resenha, e sim o relato de uma fã que ainda não conseguiu colocar os sentimentos daquela terça feira em ordem. Então preparem-se que lá vem história. (Inclusive não vou postar as fotos aqui porque o post vai ficar grande, mas vocês podem ver no meu Flickr).

Vocês sabem que sou apaixonada por música e, pra mim, gastar dinheiro com shows não é desperdício nenhum, pois me faz feliz. Mas juro que não sabia o que era felicidade em ir a um show até o dia 17 de Setembro. Eu escuto Matchbox Twenty a mais ou menos 6 anos, mas virei fã mesmo a uns 4. Quando eles anunciaram que viriam para o Rock in Rio eu fiquei louca, não aceitava perder, mas antes mesmo de eu tentar comprar os ingressos, eles já estavam esgotados. Fiquei realmente triste, mas não durou muito tempo, logo eles anunciaram mais dois show, São Paulo e Curitiba e claro que eu surtei haha.

Enfim, depois de alguns meses de espera e algumas parcelas no cartão de créditos, chegou o dia 17/09. Eu e meu namorado nos viramos com uma bolsa de lado para levarmos nossas coisas, mal íamos passar 24 horas em São Paulo e, na maior parte do tempo, estaríamos na fila do show, então não levamos mala. O voo deu uma atrasada mas foi o suficiente para me deixar um pouco preocupada com a hora, eu sabia que tinha que chegar na fila cedo pra garantir um bom lugar, mesmo o nosso ingresso sendo Pista Premium. Como não conhecemos São Paulo muito bem, pegamos condução sabendo que era longe, mas não esperava passar 1 hora e meia dentro do ônibus, quase o mesmo que passamos no avião!

Chegamos na fila do show as 15 horas, eu já estava preocupadíssima pois no do The Pretty Reckless em SP e Paramore em Brasília eu cheguei as 13 horas e a fila estava dando a volta na quadra. Mas, para a minha surpresa, a fila estava bem pequena, devia ter umas 40 pessoas na minha frente. A justificativa era por ser dia de semana, terça-feira, muita gente estava trabalhando e só chegariam a partir das 17 horas.

Sou obrigada a admitir que, diferente dos outros estados, o MB20 não tem um bom público em Brasília, então de todas as coincidências da vida, a última que poderia acontecer era encontrar alguém de Brasília na fila que, assim como eu, estava lá só pelo show. Mas a vida é tão divertida que eu encontrei duas. E um deles, o Thiago que estava na fila bem atrás de mim, mora na cidade ao lado da minha e temos até amigos em comum, uma pessoa a mais pra curtir o show comigo. Essas 4 horinhas que passamos em pé na fila até foram divertidas, fiz novos amigos, reencontrei velhos (beijo Tricia, to com saudades já) e vi pela primeira vez um amigo do tempo do Orkut (outro Thiago na história). Mas também tiveram momentos chatos como receio de sair da fila pra comprar algo pra comer e perder lugar (o shopping  não ficava muito perto), a chuva que ia e voltava a tarde toda e aquela preocupação básica de não deixarem a gente entrar com alguma coisa da bolsa ou ficar revistando demais enquanto outras pessoas entravam na sua frente haha.

Finalmente os portões se abriram. Ainda faltava duas horas e meia para o show começar de fato, mas a ansiedade já era enorme. Quando entramos, a hora da revista parecia eterna e verificar ingresso e colocar a pulseira também que não acabava nunca, a ansiedade era tanta que até parecia meu primeiro show. Já tinham me avisado que o palco do Espaço das Américas era grande, mas não acreditei quando vi que era o suficiente para todos que estavam na minha frente arranjarem um bom lugar, logo eu não lutei muito pra pegar grade. Juro que nem acreditei quando vi que estava na grade de frente para o microfone do Kyle Cook, o show nem tinha começado e eu já estava morrendo de euforia. Lá dentro estava tocando umas músicas aleatórias que não davam pra reconhecer muito bem, ainda mais pra quem estava na grade, perto demais da caixa de som. Não teve banda de abertura e o apoio já estava arrumando os últimos detalhes, os instrumentos estavam lá sendo lindos para nós ficarmos mais ansiosos ainda.

O tempo passou mais rápido lá dentro e quando começou eu descobri o que era realmente a felicidade de estar frente a frente com aqueles que tocaram tantas músicas que entraram para a trilha sonora da minha vida. Impossível explicar o que um show que esperou 17 anos pra aconteceu reservou para nós. Era o primeiro show da banda no Brasil, o primeiro da turnê deles aqui. E eles compensaram incrivelmente bem com uma setlist de 27 músicas e 2 horas e meia de muita animação e emoção.
It's so good to finally be here in Sao Paulo! You guys are fuckin' off the hook! Eu 'tchiamo!' 'Obrigatô!' We're gonna have a good night. Here's our plan... Here's our plan for us and you tonight: tonight is our night! All of us in this place we're gonna share this night, we're gonna share this time, it's our time. So if you just for the next two hours of your life... give yourself over... I know that you know to have a good time in Brazil... So we're gonna just play. We're keeping playing and playing and playing 'til they drag us off the stage. And we're just gonna be the houseband for your good time tonight. We are here for you. We are here so you can have a good time. We're gonna celebrate life in Brazill because we've been waiting for 17 years to make this happen so thank you guys for coming! 'Tchiamo'. Let's have a good time!!"
Foi assim que o Rob Thomas abriu o show de SP, e foi assim o show todo. Conversando, agradecendo e pedindo desculpas pela longa espera. E, para nossa alegria, foi claro que ele ficou encantado com o amor dos fãs brasileiros, ficou obvio que aquela noite foi tão especial para a banda quanto para nós. Inclusive o Kyle postou em seu Vine depois do show dizendo que todos ficaram muito emocionados e que não se podia comprar uma plateia daquela. Eu não conseguiria descrever um show de duas horas e meia de uma banda compensando 17 anos de ausência, mas vou fazer todos sofrerem com cada detalhe que eu consegui descrever com a ajudinha do Thiago Farias.

Começou com Parede, todos nós estourando balões brancos e amarelos, nesse momento o Rob já expressou sua primeira reação. As músicas que se seguiram (Bent e Disease) foram mais animadas e agitaram a galera. A setlist seguiu com She's So Mean, How Far We've Come e 3A.M. (com o famoso trecho "oh God help me São Paulo, I believe in this" que ele sempre faz nos shows). A linha "antiguinhas" seguiu com 3 A.M. e Real Word. If You're Gone e Overjoyed chegaram para deixar o clima mais leve. Nessa última, o violão do Kyle Cook deu problema no início, mas logo arrumaram e a gente fingiu que nada aconteceu. Voltam as agitadas, All Your Rasons, Long Day com a apresentação da banda em meio aos "heeeeeeey oh...". Segue Girl Like That ainda na parte agitada. Em seguida mais baladinhas com Hang, I Will e o grande sucesso Unwell. Voltaram a animar com Radio, So Sad So Lonely e, uma das minhas favoritas, English Town. Em seguida, Rob foi para o piano enquanto Kyle canta The Way, outra das minhas favoritas da noite. Em seguida veio Bright Lights, a última antes do bis e o momento em que o público canta tão alto que nem nós mesmo esperávamos. Inclusive Rob comenta que foi "fucking beautiful". A animação volta com a nova Our Song, seguida de How Long que foi uma exclusividade do show do SP. Em Back To Good, Paul assume a bateria como no início da banda e Rob destaca "voltando ao primeiro álbum". Incrível a quantidade de músicas até então, e o show, felizmente, parecia não acabar, ninguém cansado, especialmente a banda que tomava uma cervejinha no palco. Sleeping at the Wheel, a 25ª música já dava uma idéia de que as coisas estavam acabando e para quase fechar a noite, um cover super pra cima de Don't Change a Thing do INSX (Rob se empolgou tanto que agradeceu a banda homenageada por ter sido tão incrível).

Teve muita interação com o público. Teve o Rob vestindo a bandeira do Brasil personalizada que umas fãs entregaram para ele. Teve o Paul descendo do palco pra ficar perto da galera (e eu arranhar o braço dele sem querer). Teve o Kyle jogando palhetas no fim de quase todas as músicas, meu namorado pegou a de English Town e me deu e eu fui a pessoa mais feliz do mundo naquele momento. Teve um segurança maldoso atirando uma palheta longe e o Thiago correndo pra pegar que nem um cachorrinho (e conseguiu!). Teve o Kyle entregando a palheta na mão de um fã que não conseguiu pegar quando ele jogou (bem do meu lado, oh god). Teve o Rob olhando pra mim enquanto cantava e me dando um mini ataque cardíaco. Teve o Kyle olhando pra mim enquanto tocava e me dando um big ataque cardíaco. Teve o Rob se emocionando ao ouvir os fãs cantarem as músicas naquele coro impecável que só a emoção do momento pode proporcionar. Teve eu gritando pro Kyle em todos os fins de música e aparecendo em todos os áudios e vídeos do show feitos na grade. Teve eu gritando "I love you, Kyle" e ele fazendo um sinal de "Yes" com a mão pra mim e eu ficando histérica. Teve o Paul jogando suas palhetas no fim do show. Teve o Brian fazendo a dancinha enquanto tocava baixo. Teve o Kyle cantando The Way (eu achava que eu nunca fosse ver ele cantando ao vivo). Teve os maiores hits e as melhores baladinhas, do primeiro ao último álbum. Teve mais mistura de sentimento nesse show do que eu podia imaginar que sentiria ao escutar alguma banda tocar ao vivo. Talento, experiência e vontade de compensar o tempo perdido rendeu o melhor show da minha vida.

Por fim, quando o show acabou, estávamos tão cansados que desistimos da ideia de dormir no aeroporto e arranjamos um lugarzinho lá perto pra passar a noite. No dia seguinte, ainda teve mais emoções. Os caras iam pegar o voo para Curitiba no aeroporto em que estávamos uma hora depois do nosso voo, mas eu não pude perder o avião eu não tive a chance de encontra-los por lá. Alguns fãs conseguiram e eles foram super simpáticos e lindos, deram palhetas, tiraram fotos, conversaram, uns amores. Peguei o voo de volta (o Thiago também tava nele fechando o ciclo de coincidências) ainda sem acreditar na noite anterior. E agora, 1 mês e 20 dias depois, eu ainda não acredito que tudo isso realmente aconteceu, foi fucking beautiful.

Show - Tiê


Eu sei que estou falando demais de música aqui ultimamente, acontece que Setembro foi um mês lindo nesse quesito e exatamente por isso eu não tive tempo de escrever sobre tudo o que aconteceu. Tive a melhor experiência musical da minha vida em Setembro, mas não é sobre isso que falarei hoje, porém com certeza é sobre algo que moldou minha opinião (digo moldou porque apenas fortaleceu o que eu já tinha em mente).

Foi no dia 13, tinha tudo pra dar errado mas eu decidi, bati o pé e estudei cada detalhe para ir em dois show da Tiê no mesmo dia. Era meio de semana então foi uma dificuldade me organizar, organizar a agenda do meu namorado e negociar o carro em casa, mas eu não aceitava perder, ela é minha cantora nacional favorita. Depois de me ouvir pedir por uns dois dias, meu namorado topou fazer um desenho de uma foto da Tiê para eu tentar entregar para ela e eu tinha esperanças de poder entregar em suas mãos. No fim do dia, partimos para o primeiro show na FNAC, entrada franca porém com pouca divulgação (pelo menos era o que eu pensava) mas, por ironia do destino, conseguimos errar o caminho que conhecíamos de muitos fins de semana indo no Parkshopping.

Foto torta, mas foi o que deu
Quando conseguimos chegar no local, o evento já tinha começado, perdi a primeira música e tinha mais gente do que eu pensava que sabia desse primeiro show. Apesar de ter ficado num lugar não muito bom, foi um acústico impecável, a Tiê conversou bastante com o público (conversou mesmo, respondendo até as perguntas que vinham em forma de gritos) e tocou as músicas mais conhecidas, só ela e o violão, perfeito. O evento era um Pocket Show, então não foram muitas músicas até ela se despedir. Eu não fiquei tão triste, para mim tinha valido totalmente a pena correr tanto pra chegar lá e eu já tinha garantido meu ingresso para a segunda apresentação a muito tempo. Ela comentou que o segundo show ia ser bem mais tarde do que o previsto, então minha única preocupação nesse momento era entregar o desenho nas mãos dela. Foi então que a mágica aconteceu (haha)

Primeiro eu consegui entregar o desenho nas mãos dela aeee. Ela foi uma fofa, agradeceu, elogiou meu cabelo, foi lindo. Então ela entrou no camarim quando a produtora dela disse que ela ia dar autografo pra quem estivesse com CD, então eu já fiquei imóvel no lugar que eu estava e acabei virando a segunda da fila gigantesca que se formou imediatamente. Eu imaginei que ficaríamos ali por um bom tempo esperando a Tiê sair do camarim, visto que ela já tinha dito que passou a noite anterior em claro por causa da correria, mas contrariando o cansaço e com muito respeito aos fãs que a esperavam, ela não ficou nem três minutos lá dentro. Quando ela voltou, além de autografar meus dois CDs, conversou comigo e foi um amor, muito diferente de outros cantores que rodam por ai.


Depois de muita tietagem (sem trocadilhos) eu dei um tempo pra descansar antes de rodar em busca do local do próximo evento. Quando eu cheguei lá, ativei o modo tiete novamente e colei no palco. O show começou no horário que ela disse que começaria (Meia noite, duas horas a mais do que dizia no ingresso e no site da casa) então ficamos um tempo esperando, mas nada me tirou de perto daquele palco, ainda mais depois de ter falado com ela e ela ter me tratado tão bem.


Resumindo, o show foi completo, teve a banda quase toda - a baterista não pode ir - ela de novo tratou todo mundo super bem, manteve as piadinhas, o bom humor, até uns covers duvidosos rolaram, sem contar que ainda ganhei a setlist para a minha coleção minúscula de setlists. No fim, eu sai mil vezes mais apaixonada por ela do que entrei. Minha opinião sobre ela se fortaleceu e ela mostrou um lado dela que eu achava que nunca fosse conhecer.

Se eu já amava a Tiê por suas músicas, agora amo muito mais e por outros motivos. Nunca conheci uma artista tão divertida e humilde como ela. Ela sabe como tratar os fãs, interage, responde, conversa e não se enfia no camarim por horas e deixa todo mundo esperando (já tive péssimas experiências com isso). Ela estava cansada e mesmo assim falou com todo mundo e se esforçou para fazer o segundo show o mais cedo possível. E depois de tudo ainda é um amor com todos nós pelas redes sociais. Antes ela era a cantora cujo as músicas mais me agradava, agora é simplesmente a minha favorita, tanto pelas canções quanto pela pessoa que é.


Show - O Teatro Mágico

No mês de Setembro, mais especificamente no dia 07 eu fui no meu primeiro show d'O Teatro Mágico. Confesso que foi só por influencia de uns amigos que me diziam que ia ser legal, eu não conhecia a banda, só tinha ouvido falar algumas vezes. Acabou que, graças a um mal entendido envolvendo o WhatsApp e um saco de lixo eletrônico, a amiga que me chamou acabou não indo e eu já tinha me arrependido de ir, pensando em ir embora antes do fim, quando o show começou. Atrasou meia hora, eu estava com sede e já tava até dando sono, mas não queria sair porque eu estava muito perto do palco e isso pra mim é sempre um bom motivo, então fiquei lá e esperei meia hora a mais para ver uma banda que eu não conhecia e arriscar se teria valido a pena ir ou não.

Acho que quem conhece o grupo sabe qual será o fim dessa história... Eles subiram no palco e aquele público enorme que estava atrás de mim começou a gritar loucamente e, assim que a primeira música começou, aquela apresentação toda fez os meus olhos se encherem. Foi tudo lindo, as letras eram cheias de significado, coisa que a gente não vê com tanta facilidade por ai. Cada passo no palco (ou no ar) era minimamente combinado e ensaiado, tanto eu quanto as pessoas ao meu redor com os rostos pintados só tiramos os olhos do palco quando olhávamos para cima e víamos outros integrantes do grupo fazendo acrobacias no ar.

Entre uma música e outra, Fernando Anitelli falava sua opinião sobre alguns assuntos que estamos vivendo, como as manifestações e pirataria online. Um espetáculo que ia de gritos a palmas, de risadas a momentos de emoção. Por um momento, achei que fiquei tão encantada apenas por ser o primeiro show que eu ia deles, então não estava acostumada com o estilo totalmente diferente do grupo, mas depois de chegar em casa e pesquisar um pouco eu percebi que todas as apresentações deles são cheias dessa mágica que deu nome ao grupo. Eles são diferentes, têm outra proposta para a música no Brasil, e posso dizer que estou arrependida por ter demorado tanto para me interessar por qualquer coisa que vinha deles.

Depois disso, com certeza O Teatro Mágico ganhou uma nova fã.

Foi mal, gente. Foto de celular.

Festival das Cores


Sábado (01/06) tivemos aqui em Brasília o Festival das Cores, evento que uni música indie, eletrônica e muito pó colorido. O festival é uma releitura da celebração Holi que acontece na Índia e é reproduzido no mundo inteiro.

O evento foi aberto e diurno, o que deu um ótimo efeito com as cores em pó. O festival foi conduzido por ótimos Dj's de indie-Rock de Brasília e do Brasil.


Na minha opinião, o evento foi ótimo, cumpriu mais do que prometeu e não deixou a desejar. Começando pelo local, Minas Tênis Clube, muito conhecido por aqui, foi perfeito para o evento. Aberto, fácil de chegar, estacionamento amplo. O tamanho do espaço reservado foi mais do que suficiente e acredito não ter pecado na segurança.


O pó foi prometido até as cinco, mas eles distribuíram mais do que disseram, o que garantiu mais rodada de cores, o que foi ótimo, pois merecia uma segunda vez. E as cores eram lindas, pintaram pra valer (rezando pelo meu casaco) e eram bem vivas, deram um ótimo visual. Num certo momento, sem querer aspirei o pó (eita) e, como diria vovó, ai se pega no olho... Pois pegou! Mas, como disseram, não ardeu nem deu nenhum problema. Muito bem pensado e-e


Não fiquei até o fim, mas o tempo que fiquei (que foi longo) eu não vi nenhuma briga, só pessoas se divertindo, cada uma do seu jeito, super de boa. Eu que sou pequena e sempre me dou mal em lugares com muita gente não me machuquei, o que sempre acontece. Só no momento que as bolas começaram a voar que eu achei que seria acertada, mas quando fui percebi que a bola era tão frágil que era mais fácil eu furar ela com a unha do que me machucar.


Para não dizer que tudo foi perfeito, teve o preço (que eu vacilei e acabei pagando segundo lote) e o fato de não ter o que comer, só vendia bebida e eu tive que ir embora antes do fim para comer alguma coisa no shopping, mas ok, ninguém prometeu comida mesmo (haha). Mas foi realmente algo agradável, a organização está de parabéns e eu espero por mais eventos assim aqui em Brasília.